Estratégias de controle e prevenção do infarto do miocárdio na atenção básica

Autores

  • Antônio Raimundo Lima de Sousa Centro Universitário de Patos
  • Caio Felipe Alves Correia Centro Universitário de Patos
  • Higor Araújo Gomes Centro Universitário de Patos
  • Kaylane Lucena de Andrade Centro Universitário de Patos
  • Milena Nunes Alves de Sousa Centro Universitário de Patos https://orcid.org/0000-0001-8327-9147
  • Elzenir Pereira de Oliveira Almeida Universidade Federal de Campina Grande/Centro Universitário de Patos
  • André Luiz Dantas Bezerra Faculdade São Francisco da Paraíba https://orcid.org/0000-0003-0575-0831
  • Rui Nobrega de Pontes Filho Centro Universitário de Patos

DOI:

https://doi.org/10.61223/integrcao.v6i1.161

Palavras-chave:

Atenção primária à saúde, Prevenção de doenças, Doenças crônicas não transmissíveis, Doenças Cardiovasculares.

Resumo

Introdução: As doenças crônicas não transmissíveis (DNCTs) necessitam de um melhor cuidado. Com isso, atenção primária à saúde (APS) pode ser crucial no manejo e prevenção delas, promovendo cuidados contínuos e reduzindo desigualdades. Objetivo: Identificar as estratégias de controle e prevenção do infarto do miocárdio na atenção primária à saúde. Método: Trata-se de uma revisão integrativa que utilizou as bases de dados: National Institutes of Health, Scientific Electronic Library Online, Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e Biblioteca Virtual da Saúde. Foram usados os Descritores em Ciências da Saúde em inglês “primary health care”, “myocardial infarction”, “disease prevention”. Tais termos foram combinados a partir do operador booleano “AND”. No total, foram selecionados 17 estudos. Resultados: Na APS as principais medidas de controle foram a adesão medicamentosa na recuperação do infarto agudo do miocárdio (29,41%; n=5) e a atuação de médicos de família como generalistas (23,2%; n=4), já como prevenção tivemos mudança no estilo de vida e fatores biológicos (23,52%; n=4) e uso de modelos de predição para identificar riscos cardiovasculares (23,52%; n=4). Conclusão: A APS é fundamental no controle e prevenção do infarto do miocárdio, com estratégias como encaminhamento a especialistas, mudança de estilo de vida, adesão medicamentosa (como estatinas) e acompanhamento contínuo.

Downloads

Publicado

2026-01-18

Como Citar

DE SOUSA, Antônio Raimundo Lima; CORREIA, Caio Felipe Alves; GOMES, Higor Araújo; DE ANDRADE, Kaylane Lucena; DE SOUSA, Milena Nunes Alves; ALMEIDA, Elzenir Pereira de Oliveira; BEZERRA, André Luiz Dantas; DE PONTES FILHO, Rui Nobrega. Estratégias de controle e prevenção do infarto do miocárdio na atenção básica. Revista Científica Integr@ção, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 853–867, 2026. DOI: 10.61223/integrcao.v6i1.161. Disponível em: https://integracao.unifip.edu.br/index.php/integracao/article/view/161. Acesso em: 9 out. 2026.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)