Impacto da dor osteomuscular na qualidade de vida do idoso.

Autores

  • GIGLIELLI MODESTO RODRIGUES SANTOS UNIFIP PATOS
  • ANALICE LUCAS FERREIRA

Palavras-chave:

Dor, qualidade de vida, idoso

Resumo

Com processo do envelhecimento populacional, vem ao longo dos anos ocorrendo um aumento na quantidade de idosos por todo o mundo, estima-se que no ano de 2050 o número global de idosos alcançará 2,1 bilhões. Com as mudanças decorrentes do envelhecimento, ocorrem as mudanças fisiológicas, que são capazes de levar o aparecimento de patologias crônicas, dentre elas, estão as doenças osteomusculares, onde o seu principal sintoma é a dor, sendo ela crônica ou aguda, que afeta diretamente a qualidade de vida da pessoa idosa. O presente estudo tem como objetivo principal analisar as dores osteomusculares que afetam a qualidade de vida da pessoa idosa, enfatizando os dados sociodemográficos, segmentos corporais que são mais acometidos pela dor, a intensidade da dor, apontando as dificuldades apresentadas com relação às atividades de vida diárias mediante a presença da dor. Esse estudo, trata-se de uma pesquisa de campo exploratório e descritiva com abordagem qualitativa, realizada com 40 primeiros voluntários que aceitaram participar do estudo e que estão matriculados no Centro de Referência de Assistência Social - CRAS e na Clínica Escola de Fisioterapia do Centro Universitário de Patos – UNIFIP. Os resultados do estudo apontam 70% da amostra do sexo feminino, com predominância da faixa etária de 60-65 anos, casados (57,5%), aposentados (70%), escolaridade nível médio (47,5%). A sua saúde no geral da amostra se apresenta como boa (65%), comparando com um ano atrás, 50% não praticam atividade física regularmente, 60% relataram que não sofreram quedas nos últimos anos. Quanto a dor 70% afirmam que essa afeta as atividades de vida diária, trabalho e lazer e 77,5% afirmaram que a dor atrapalha moderadamente a sua qualidade de vida, 37,5% fazem acompanhamento fisioterapêutico para tratar a dor e 57,5% possuem diagnóstico clínico de doença osteomuscular. Diante dos resultados apresentados nessa pesquisa, conclui-se que os idosos apresentam uma qualidade de vida considerada boa diante ao processo de adoecimento pelas doenças osteomusculares, com uma frequência de dor diária e intensidade moderada. A dor é considerada crônica, que tem duração superior a três meses. Para tratamento das dores decorrentes das patologias OM, os idosos fazem uso de medicamentos e fisioterapia, onde ajudam no controle a dor e proporciona uma melhor qualidade de vida.

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Arquivos adicionais

Publicado

2024-12-10

Como Citar

MODESTO RODRIGUES SANTOS, GIGLIELLI; LUCAS FERREIRA, ANALICE. Impacto da dor osteomuscular na qualidade de vida do idoso. Revista Científica Integr@ção, [S. l.], v. 5, n. 2, p. 577–589, 2024. Disponível em: https://integracao.unifip.edu.br/index.php/integracao/article/view/91. Acesso em: 8 out. 2026.

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